Calo ou Falo
Este corte,/ A boca, /Meu melhor açoite;/Sangra palavras!
CapaCapa
Meu DiárioMeu Diário
TextosTextos
ÁudiosÁudios
E-booksE-books
FotosFotos
PerfilPerfil
Livros à VendaLivros à Venda
PrêmiosPrêmios
Livro de VisitasLivro de Visitas
ContatoContato
LinksLinks
Textos

LUZ DOS INSTANTES

Sem luz de filamento na noite, brasa de incenso.
O que faço? Perguntar?
O momento grávido de sons incessantes...
- Insetos!

Questiono: sou eu corpo ou eu espírito o mais dependente?
- É o eu que habita no olho seu o único inconfidente?
"Plurais de eus em nós" - E faço falta a mim
Quanto não faz senso ver (viver) sem o eu do olho seu.

Crii ,crii crii...- Insetos?
O mesmo censo dos eus perdidos, de dias já vividos.
Eutanásia para o eu que dói.

Neste parto de gêmeos os instantes nascem,
Com nudez de cheiro sem mudez,
Decorados de olhos da cor dos nossos.
Luís Carlos Oliveira Aseokaynha
Enviado por Luís Carlos Oliveira Aseokaynha em 30/12/2017
Copyright © 2017. Todos os direitos reservados.
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor.


Comentários