Calo ou Falo
Este corte,/ A boca, /Meu melhor açoite;/Sangra palavras!
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CALO OU FALO
Autoria: Luís Carlos Oliveira Aseokaynha
Ano: 2000
Tamanho: 183 KB
Formato: PDF
Sinopse:
Eduardo Galeano muito bem apresenta a função da arte: ajudar a olhar! Como filho tateamos a sua mão, na busca do foco melhor para a vastidão. Pode ser em barro, em barras de ouro, movimento ou cimento; sobretudo em palavras. Quando relacionam-se com o momento vivido, fruto do sentido aguçado, damos-lhe a preferência. A poesia exige o “nunca” mas diz ser pouco. Do “para sempre” entedia-se e retorna. Passeia ela de mãos dadas com o som, a natureza... mas sendo sempre seu objeto o olho, resumindo nele todos os sentidos. A função da arte passa pela problemática social a rasgar as velhas formas, os rituais herdados... Verbo, oração, poema. Palavras que promovem a evolução, oferecendo ao homem a chance de imaginar, de beber a liberdade destilada, pura. A voltagem é sua característica e dispara raios entre o ilusório e a realidade. Um jeito moleque de brincar, rimas internas, alegorias de sentidos sugerem-se como a um quebra-cabeças. As poesias aqui contidas são frutos da coleção começada a alguns anos atrás. As mais velhas tem mais de dez anos. O processo do feitio foi bastante característico em cada uma, variando de uma simples situação do cotidiano a uma entrega por um raio de tempestade ou sonho. Este processo é interessante à medida que cerca-se do instante, de um fato, de um sentimento ou idéia. Fascinou-me e espero ter traduzido aos seus olhos, leitores, uma visão no mínimo mais longe da que tinha antes, e agora somada a horizontes outros mais.

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