*O preço do óleo de dendê dispara no mercado internacional*
O porta-aviões estadounidense USS Nimitz (CVN-68) fundeou-se a cem milhas da Bahia de Todos os Santos e o espaço aéreo e marítimo foi cerceado aos brasileiros. O óleo de palma, produto imprescindível na culinária baiana, foi a mercadoria motivo e alvo da pirataria comercial brutalmente imposta.
A Comunidade Europeia, a China e a Rússia, insatisfeitas com o imperialismo, condenaram a ação. A Organização das Nações Unidas reúne-se em assembleia de emergência ainda hoje. A Associação das Baianas de Acarajé, Mingau, Receptivo e Similares promove manifestações diárias contra o bloqueio econômico e cultural.
O produto era encontrado por sessenta reais o litro na Feira Agroecológica da Universidade Estadual. Hoje o preço triplicou. Na Feira de São Joaquim não se vê mais o sagrado óleo.
Segundo fontes de agências de espionagem, o segredo está nos resultados obtidos nas experiências com o uso do extrato do epô em gravidade zero e em reatores espaciais. Foi possível avançar-se à velocidade da luz e controlar dimensões de espaço/tempo. Terras Raras são aquelas onde cultiva-se a Palmeira da Guiné. Os alunos do Parque Industrial e Tecnológico Aeroespacial da Bahia foram quem deram início e conduziram as descobertas.
"Nimitz back to Brazil" reaviva saga cinematográfica anterior e acende a expectativa de guerra por este poder. Os nacionais do hemisfério sul invocam a heroína Maria Felipa em sua mobilização de resistência.
As cenas dos próximos capítulos não têm sequências factíveis com a já antiga história da diplomacia. Em reprise das datas de independência, fundir-se-ão o Quatro de Julho e o Sete de Setembro com o Dois de Julho? Ao que pregam, este poder continuará nas mãos daqueles que têm dendê nas veias?!